Vereadores de Salvador disputam AL-BA e Congresso com apenas um eleito
16 vereadores de Salvador se candidataram a cargos estaduais e federais, mas só um foi eleito.

Na última eleição, 16 vereadores de Salvador entraram na disputa por vagas na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e no Congresso Nacional, mas apenas um conseguiu se eleger. Esse cenário mostra a força e os desafios dos edis da capital baiana que buscam cargos maiores.
Quem foram os vereadores candidatos?
Dos 43 vereadores da Câmara Municipal de Salvador, 16 se candidataram no pleito recente. Seis deles tentaram uma vaga na Câmara dos Deputados, nove concorreram à AL-BA e uma vereadora disputou a suplência no Senado Federal. Entre os candidatos à AL-BA estavam nomes como Cézar Leite (PL) e George, o Gordinho da Favela (PP). Para a Câmara dos Deputados, disputaram vereadores como Sandro Filho (PP) e Duda Sanches (PSDB). A vereadora Aladilce Souza (PCdoB) concorreu à suplência do Senado na chapa do senador Jaques Wagner.
Qual foi o desempenho dos vereadores nas urnas?
Sandro Filho, do Progressistas, foi o único vereador eleito deputado federal, com mais de 167 mil votos, disparando à frente dos demais candidatos. Duda Sanches e Maurício Trindade, ambos do PSDB, ficaram como suplentes, com cerca de 57 mil e 44 mil votos, respectivamente. Na disputa pela AL-BA, os votos variaram entre 12 mil e 34 mil, com Cézar Leite alcançando a maior votação e ficando como 1º suplente do PL. Outros vereadores ficaram em posições de suplência, mas sem conseguir a eleição direta.
O que os números revelam sobre os vereadores de Salvador?
A média de votos entre os 15 vereadores candidatos (excluindo a suplente ao Senado) foi de 35 mil, enquanto a mediana ficou em cerca de 25 mil votos. Essa disparidade evidencia a força desigual dos candidatos. Apenas dois ultrapassaram os 50 mil votos, enquanto cinco não chegaram a 20 mil. Isso indica que, apesar do número expressivo de vereadores na disputa, a maioria não conseguiu grande expressividade nas urnas.
Qual o impacto para a política local?
Com apenas um vereador eleito para o Congresso e vários ficando como suplentes, a influência direta da Câmara Municipal de Salvador no legislativo estadual e federal permanece limitada. Essa realidade pode trazer desafios para a representação dos interesses da cidade nestes espaços políticos nos próximos anos.
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