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Presidente do TJBA pede desculpas ao candomblecista; saiba mais!

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Rotondano e líder religiosa

Foto: Divulgação / TJBA

Na última sexta-feira, dia 21, o Presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, teve um encontro significativo com a renomada chefe de cozinha e candomblecista Solange Borges no Fórum Clemente Mariani, em Camaçari. Este encontro acontece após um episódio tenso, onde a imagem de Solange foi retirada de uma exposição local a pedido de um juiz.

Um Pedido de Desculpas Inesperado

Rotondano não mediu esforços para reconhecer o desconforto que Solange enfrentou. Durante a reunião, ele afirmou: “Eu vim resgatar esse momento que a senhora vivenciou. O Poder Judiciário não coaduna com atitudes que foram tomadas em relação à senhora.” Ele ainda destacou a importância da igualdade: “não importa raça, cor, religião, o dever do Poder Judiciário é cuidar de gente, é escutar.”

Em um gesto simbólico, o desembargador presenteou Solange com um buquê de flores, transmitindo um reconhecimento ao seu trabalho no restaurante de culinária afro-brasileira. A líder religiosa expressou sua felicidade e gratidão, dizendo: “Saio daqui com o coração mais leve.”

O Que Aconteceu Realmente?

A retirada da fotografia gerou controvérsia, levando a acusações de racismo em relação ao juiz Cesar Augusto Borges de Andrade, que, em declaração, negou ter ordenado a ação. Ele explicou que sua sugestão havia sido sobre a retirada de todas as imagens da exposição, não apenas daquela relacionada ao Candomblé.

  • O juiz afirmou que sua preocupação era com a legalidade do uso do espaço público.
  • O Diretor do Fórum foi quem tomou a decisão de retirar a fotografia.

Uma Resposta do Judiciário

Como resultado das polêmicas, o Tribunal de Justiça da Bahia instaurou um Processo Administrativo Disciplinar contra o juiz. Essa investigação visa apurar os fatos relacionados à retirada da obra, que faz parte de uma exposição cultural no espaço judiciário.

É impossível não se perguntar: você acredita que esse tipo de diálogo pode realmente ajudar a superar preconceitos no nosso país? Compartilhe suas opiniões nos comentários!

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