Voo de fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário dos EUA
Voo de fuga de Flávio Bolsonaro foi pago por intermediário dos EUA, segundo dono do jato.

O voo de fuga Flávio Bolsonaro, que levou o senador e sua família para Miami, foi contratado e pago por um intermediário do setor aeronáutico a partir dos Estados Unidos. A informação é do dono da Baires Fly, empresa responsável pela operação do jato.
Quem pagou o voo de fuga Flávio Bolsonaro?
Segundo o empresário argentino Luis Grande, dono da Baires Fly, ele foi contratado por um broker que conhece há uma década. Esse intermediário, residente nos EUA, teria transferido cerca de US$ 150 mil, o equivalente a R$ 800 mil, para pagar o voo.
Qual o papel da Baires Fly no voo para Miami?
A Baires Fly é a empresa que operou o jato usado para transportar Flávio Bolsonaro, candidato derrotado na eleição presidencial, e sua família até Miami. O dono da empresa não revelou a identidade do intermediário responsável pelo pagamento.
O que muda para o público sobre o voo de fuga Flávio Bolsonaro?
A revelação mostra que o pagamento pelo voo não foi feito diretamente pelo senador, mas por um terceiro ligado ao setor aeronáutico, usando uma conta bancária nos Estados Unidos. Isso acrescenta uma nova camada de informações sobre os bastidores da fuga.
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