**Denúncias de assédio e mobilização trabalhista agitam a BYD em Camaçari.** O Ministério Público do Trabalho (MPT) deu início a uma investigação após relatos de assédio sexual nas instalações da fabricante, conforme apontado pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari. As trabalhadoras têm se manifestado sobre comportamentos inadequados por parte de líderes da montadora, tanto chineses quanto brasileiros.
**Demanda por melhorias: o que os trabalhadores querem?**
Além das graves denúncias, os colaboradores estão em busca de melhorias nas condições de trabalho. Aqui está o que está em jogo:
- Reajuste salarial: Aumento nos salários para refletir as necessidades atuais.
- Vale-alimentação: Elevação no valor oferecido.
- Redução dos custos do plano de saúde: Alívio nas despesas médicas.
- Políticas de prevenção: Criação de diretrizes contra assédio moral e sexual.
**Clima tenso e mobilização**
A situação na fábrica ficou ainda mais intensa após uma assembleia realizada na última semana, que contou com a presença da Polícia Militar nas proximidades. Trabalhadores relataram sentir-se intimidados durante o encontro, que abordou a pauta da campanha salarial de 2026.
**Histórico complicado da BYD no Brasil**
A montadora não é estranha a controvérsias. Entre 2024 e 2025, já esteve no radar do MPT por questões relacionadas a condições de trabalho na construção da fábrica na Bahia, incluindo casos alarmantes de trabalhadores em situação análoga à escravidão.
Os detalhes sobre o número exato de denúncias ainda não foram divulgados. Até agora, a BYD não fez um pronunciamento oficial sobre as alegações. Fique ligado nas próximas atualizações!
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