Engano Fatal: Vendedora e Atestado Médico em Camaçari
Uma vendedora de uma ótica em Camaçari enfrentou uma reviravolta surpreendente e acabou demitida por justa causa. O motivo? A funcionária estava afastada por atestado médico durante o Carnaval de 2025, mas foi flagrada atuando em sua própria clínica de bronzeamento. A decisão veio à tona nesta terça-feira (10) pelo Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA).
Judiciário e Confiança: O Que Aconteceu?
A 2ª Turma do TRT-BA não teve dúvidas. Para os desembargadores, a relação de confiança no ambiente de trabalho estava irremediavelmente quebrada. A funcionária havia apresentado um atestado que cobria dois dias, mas foi filmada prestando serviços em sua clínica exatamente nesse período.
Aqui estão os pontos principais do caso:
- Funcionária alegou problemas de saúde e apresentou um atestado.
- Foi vista atendendo clientes em sua clínica durante o afastamento.
- Vídeos comprovaram a atividade, resultando na demissão.
Verdades e Implicações: O Que Diz a Justiça?
A juíza Andrea Detoni, responsável no início do processo, destacou que o atestado era referente a doenças como diarreia e gastroenterite, não à perda gestacional como alegou depois. E a situação ficou ainda mais complicada quando ficou claro que a vendedora também havia feito atendimentos por WhatsApp enquanto estava oficialmente ausente.
Essas ações foram consideradas um ato de improbidade e a desembargadora Maria de Lourdes Linhares enfatizou que, se a funcionária não estava em condições de trabalhar, não poderia exercer essa função para qualquer empregador.
Este caso levanta uma grande questão: como as decisões pessoais podem impactar a vida profissional e a confiança no ambiente de trabalho? Quais as lições que você tira dessa história? Compartilhe sua opinião!





