728x90

STF decide próxima fase do caso Marielle Franco: momento decisivo!

Autor

Categoria

Compartilhar

Ôxe, minha gente, senta que lá vem babado quente direto do Supremo, viu? O ministro Flávio Dino, aquele cabra que tá no comando da Primeira Turma do STF, já marcou para fevereiro o julgamento daquele caso que todo mundo lembra: o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Pois é, minha filha, aquela tragédia de 2018, quando os dois foram mortos a tiros de metralhadora no centro do Rio de Janeiro – ninguém esquece, não!

E olha só que vergonha boa: o STF não está de brincadeira, não! Foram convocadas até três sessões para resolver essa parada. A primeira vai começar cedinho, 9 horas da matina, no dia 24 de fevereiro, numa terça-feira pra ninguém botar defeito. A tarde ainda tem mais sessão, das 2h às 6h da tarde, pra garantir que nem sobra tempo pra cochilar. E se ainda precisar, só pra não perder o costume, já tem sessão extra marcada para o dia 25, bem cedo. Tá vendo? Querem fechar esse processo com chave de ouro!

A decisão de marcar tudo isso foi anunciada nessa sexta-feira (dia 5), depois que o relator, ministro Alexandre de Moraes, liberou o processo. Ah, e não vá achando que era pra acontecer esse ano não, viu? O Supremo entrou naquele recesso básico, do dia 19 de dezembro até o início de fevereiro, e por isso o julgamento ficou só para o próximo ano. Juízo tem que ter!

Agora, segura essa lista de envolvidos que é coisa de novela mesmo, viu? No banco dos réus vão sentar o tal Domingos Brazão, que é conselheiro do Tribunal de Contas do Rio, o irmão dele, ex-deputado Chiquinho Brazão, o ex-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa, o major da PM Ronald Alves de Paula e o ex-policial Robson Calixto, que ainda guerreia como assessor de Domingos. E ninguém está dando sopa por aí: todos estão presos preventivamente, trancados bonitinhos.

E tem até delação premiada no meio da história, minha filha! O ex-policial Ronnie Lessa, que confessou que foi ele quem puxou o gatilho contra a vereadora Marielle, apontou os tais irmãos Brazão e o Rivaldo Barbosa como mandantes desse crime de doer no coração da Bahia e do Brasil. Parece até roteiro de cinema, mas é vida real, viu?

Ainda segundo a investigação, o major Ronald foi o espião que ficava monitorando a vida da vereadora e passando tudo para o grupo. Já o Robson Calixto, aí, é a peça que entregou a arma usada no crime para o Ronnie. Uma verdadeira teia cabeluda que a Polícia Federal puxou com vontade.

E tem mais, viu? A PF acredita que essa tragédia tá ligada justamente ao posicionamento firme da Marielle contra os esquemas políticos dos irmãos Brazão, que mexem com interesses envolvendo milícias e terras disputadas no Rio. Coisa feia que só.

Pra fechar com chave de ouro, durante a investigação, os acusados têm sido enfáticos em negar qualquer participação nesse crime tão grave. A justiça está aí pra provar quem fala a verdade, e a gente fica aguardando, de olho aberto e coração na mão, pra ver como é que essa novela vai terminar. Fique ligado, que a Fofoca da Mainha vai trazer tudinho pra você!

Autor

Share