Olha só, minha fia, começou o ano com uma surpresa mais salgada que feijoada de quarta-feira: o governo resolveu reajustar o ICMS, aquele imposto que a gente nem percebe, mas sente na hora de abastecer o carro e encher o botijão de gás. Foi no dia 1º de janeiro que o puxadinho das nossas contas ficou mais apertado, porque os preços do combustível e do gás de cozinha ganharam uma nova roupagem de cobrança. Ó o pepino, viu?
E o bafafá não para, porque agora o ICMS da gasolina virou um valor fixo de R$ 1,57 por litro, sem brincadeira. E o diesel também deu uma crescidinha para o valor de R$ 1,17. E o gás de cozinha, que a dona de casa já luta todos os dias, ficou com uma tributação de R$ 1,47 por quilo. Essa mudança de cálculo é coisa de quem quer faturar mais sem parecer, usando uma tal de medida específica por unidade. Eita, que isso de “substituir o cálculo proporcional” parece coisa de q uem não quer a nossa felicidade, minha rainha!
Pois é, meu bem, essa história toda vem do Conselho Nacional de Política Fazendária, que nada mais é do que uma turma que reúne os chefões das Secretarias de Fazenda do país boiando nas ideias. Eles aprovaram essa nova média de preços do ano passado pra cá, pra colocar tudo igual e de forma que o bolso do povo sinta a diferença — e que ninguém diga que não avisaram, porque já virou rotina. Parece até que essa história do reajuste é padrão em todo canto do Brasil, só pra não falar que a Bahia fica de fora, né?
Na prática, minha fio, o novo ICMS já tá fazendo parte do preço final na hora da gente passar na bomba ou no balcão do gás. Quem tem loja, distribuidora ou revenda já deve estar de olho, porque o que a gente paga agora pode subir ainda mais nas próximas semanas, dependendo de como os órgãos da turma “política” querem jogar a carta. E a gente aqui, só querendo que o tal do preço não aumente mais, né?
E vamos falar sério, esse aumento de impostos sobre combustíveis é uma das principais fontes do caixa dos estados, e reflete direto na nossa rotina diária. Transporte, entrega de comida, tudo isso ganha peso, minha filha. Então, esse reajuste de 2026 acontece num momento em que o governo está só de olho na arrecadação, ajustando as regras do jogo pra ver se consegue tirar mais dinheiro da nossa cabeça, tudo dentro da lei, claro.
Resumindo: com as novas alíquotas valendo pra tudo que é venda, gasolina, diesel e gás de cozinha já estão com o novo valor do imposto na conta. E a fonte dessa história toda, minha amiga, é só o começo de um resto de ano que promete mais surpresas no bolso da gente. Fique de olho, porque nesse jogo de três pernas, quem sofre é sempre a mesma, né?
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