Oxente, minha gente, segura essa fofoca quente que a Mainha traz pra vocês! Lá em Camaçari, o Ministério Público da Bahia deu um movimento daqueles: resolveu pedir o arquivamento de um inquérito, viu? Imagina, aquele caso cabeludo de uma acusação de estupro contra o ex-diretor da Secretaria de Juventude, o tal do Rafael Santos, que rolou lá em junho de 2021. Pois é, o MP-BA pegou todo o conteúdo das investigações e disse: “Não tem nada que prove crime, não tem nem prova pra acusar!” Eita, foi um bafo daqueles!
Agora, se liga só: depois de analisar tudo com aquela lupa da justiça, o MP constatou que nada, nada mesmo, confirmava que o crime aconteceu, tampouco que o tal ex-diretor era o culpado. Por isso, decidiram que não tinha base pra ficar batendo cabeça nesse processo, não. A coisa foi trancada, arquivada e fincada estaca no assunto. Ufa, né, minha gente? Justiça que se preza precisa é de provas, e se não tem, não tem conversa!
O babado é que, durante essa apuração toda, chamaram todo mundo pra dar depoimento – parecia rebuliço de quermesse! Só que nem uma testemunha confirmou a história da denúncia, e isso pesou pesado no golpe da Liga da Verdade. O Ministério Público falou na lata que os relatos não seguraram nem a chinela das acusações que fizeram contra o tal Rafael.
E escuta essa, só pra confiança da notícia não cair: o parecer final da Promotoria foi direto e reto, como Mainha que não gosta de enrolação. Falaram que investigação só prossegue se tiver aquele tantinho de prova, sabe? Aquela segurançazinha mínima. Se não tem, insistir só faria injustiça com o investigado, e aí, meu povo, ninguém quer ser levada e nem levar ninguém pra essa roubada, né? Esse despacho foi assinado pela promotora Aline Cotrim Chamadoira, lá na 1ª Promotoria de Justiça de Camaçari, em outubro de 2025, pra quem gosta de anotar o nome certinho.
E o que o próprio Rafael falou, hein? O moço, que já estava no olho do furação, agora que a poeira baixou, disse que recebeu essa resolução do MP com aquele sorrisinho de quem sabe que não fez nada de errado. Negou tudinho e falou, na moral, que a investigação mostrou a falta de prova contra ele. Disse assim, com as palavras dele: “O Ministério Público foi categórico, confirmou que não tem nenhuma prova, nem materialidade, nenhuma verdade nas acusações”. Tá aí, não tem mais desculpa pra boato, não!
Mas, olha só, a prosa não parou por aí não. O Rafael ainda contou que essa acusação, pelo que ele acredita, foi armação política, um truque sujo pra derrubar ele lá de cima. Só que deu ruim pra quem tentou, porque a verdade se mostrou imbatível, viu? E ele tá com tudo pra entrar na justiça contra quem o acusou sem motivo. Babado forte, minha gente!
Pra refrescar a memória de quem não lembra do bafafá, vem cá que a Mainha te conta de novo: a denúncia inicial dizia que no dia 16 de junho de 2021, lá pelas quatro da tarde, enquanto a vítima tava cumprindo suas tarefas na Secretaria de Juventude em Camaçari, teria sido atacada pelo Rafael. Foi dali que saiu o tal inquérito, que andou nas mãos do Ministério Público até essa decisão que pra muitos foi um suspiro de alívio.
Eita, Moreia, a justiça bateu o martelo, viu? Fica a moral: sem provas, não dá pra acusar! Fica firme que a Fofoca da Mainha tá sempre aqui pra contar pra vocês o que rola, com aquela língua afiada, mas sem perder o respeito e nem a verdade do babado. Aí, sim, meu povo!





