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Megaoperação expõe esquema do PCC e deixa carretas largadas em Camaçari!

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Carretas do crime abandonadas em Camaçari: G8LOG e Moskal no olho da megaoperação!

Mainha não disse que o crime não compensa? Pois bem, minha filha, olha o quiproquó que rolou logo cedo em Camaçari nesta sexta (29): um bando de carreta cheia de combustível foi achado largado num posto da cidade. E não é qualquer carreta não, viu? O babado é pesado: os veículos pertencem a duas empresas que são figurinha carimbada no mundo do crime – G8LOG e Moskal.

Quem é que tá por trás do rolo? Segura os nomes que mais parecem saído de filme de ação: Mohamad Hussein Mourad, vulgo Primo, e Roberto Augusto Leme da Silva, o famigerado Beto Louco. Só os apelidos já entregam o nível da novela, né?


O que motivou a bronca?

Minha gente, não foi de uma hora pra outra não. Isso aí é fruto de investigação grande, daquelas que juntam polícia de tudo que é canto e até tropa de elite. O alvo? Uma rede criminosa que vinha crescendo na Bahia como mato em quintal de vó. Não é só droga, não: o povo também tava deitando e rolando com comércio clandestino de combustível – que, além de engordar o bolso errado, ainda bota a economia local e o meio ambiente no fundo do poço.


Carretas largadas, babado armado

Agora, pensa comigo: quem larga carreta cheia de combustível assim, no meio do caminho? Só quem tá sentindo o bafo quente da polícia no cangote. Os “empresários” do crime bateram em retirada mais rápido que fofoqueiro quando vê marido traindo na esquina. O abandono foi tão na pressa que ficou na cara a tentativa de “lavar as mãos” e sumir do mapa. Mas, Mainha tá de olho, e a polícia também.


E o que deu a megaoperação?

O barulho dessa operação ecoou mais que trio elétrico em fevereiro. Especialistas tão dizendo que mexer com peixe grande assim pode derrubar toda a rede de apoio. É aquele efeito dominó: derruba o chefão, os soldadinhos ficam sem comando. Resultado? Menos droga, menos gasolina clandestina e menos farra com dinheiro sujo.


O que vem por aí

E não pense que acabou, não. A polícia tá só começando, viu? O povo tá de olho, esperando que mais cabeças rolem nos próximos dias. A ideia é desmantelar de vez essas estruturas que já tavam achando que eram donos da Bahia.

Mas Mainha já avisa: só reprimir não basta. Se não tiver investimento em projeto social, trabalho decente e oportunidade pra juventude, o crime sempre acha espaço. Porque, como dizia minha bisavó, “quem não tem prato cheio arruma o que comer até no prato errado”.

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