Ôxi, minha gente, senta que lá vem a fofoca boa da Mainha pra alegrar esse dia! Vem saber desse tal de Andy Carvalhal, um cabra de 21 anos lá de Camaçari que decidiu botar pra fora as lembranças da infância numa vibe musical toda especial. O menino não fez álbum, nem single, não, não. Ele lançou um tal de EP – que é tipo aquele meio termo, mais música que um single e menos que um álbum – e chamou a obra de “Caverna”. Olha só que chique! Agora segura essa: o tempero principal da coisa veio das fitas da vó Edna Oliveira, que já partiu, tocando violão com aquela doçura que só os velhos têm. É música pra emocionar, viu?
E eu acho que já tô sentindo o cheirinho do sucesso pipocando, viu? Esse tal de “Caverna” tá disponível nas plataformas musicais que a galera toda usa. O rapazinho, numa conversa só pra lá de exclusiva, contou que o quarto dele era tipo um esconderijo, um mundinho pra onde ele fugia e virava poeta-musico ao mesmo tempo. Imagina a cena: o Andy trancadinho, jogando as angústias pro papel, mas com a guitarra e o violão à mão, e até bateria rola! A ideia do nome do EP é justamente esse cantinho secreto todo, a “caverna” dele. Cumade, quem nunca, né?
E lá vem mais vida real: o menino cresceu numa família de cantoras de igreja – uma xerimbabice que só Deus explica de tão boa! Foi entre salmo e hino que ele pegou gosto pela bateria e pela música de modo geral. Mas o pulo do gato, meu povo, foi a inspiração maior: veio da vó Edna, dona do violão e do carisma que parecia embalar o garoto desde pequeno. Diz o Andy que essa dama sempre apoiou ele, mesmo sem falar muito, mas com aquele olhar que não mente quando ama. E pra fechar essa conta musical, o moço ainda faz parte de uma banda local batizada de “Mixxture”. Ou seja, o bicho é que nem axé bom: misturado e cheio de ritmo!
Tá curioso(a)? O moço nem precisou de muito para gravar esse EP não, viu? Só um smartphone, um iPad, e uns dois parça ajudando no toque final dessa obra de arte caseira. E ainda tem peso na alma, viu? A homenagem é pra vó Edna, a musa que ecoa nas cordas do violão. Ele quer que esse “Caverna” não só alcance uma galera braba que curte música, mas também inspire outras pessoinhas, principalmente aqui de Camaçari, a botar pra quebrar nessa arte. Quem diria, hein? O forrozinho da cidade ganhando o mundo com emoção, talento e memória boa. Olhaí que a música baiana tá viva e pulsante, minha gente!





