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Exclusivo: Funcionários da BYD na Bahia se revoltam e denunciam caos higiênico!

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Ô gente, senta que lá vem a prosa quente da Mainha sobre aquela confusão danada lá na fábrica da BYD, em Camaçari, que parece novela sem fim, viu? Já um ano que saiu o estardalhaço do resgate dos trabalhadores chineses quase escravos, mas, meu povo, a coisa não mudou muito não! O tal do Aroldo Félix, que é coordenador do Movimento Luta de Classes, botou o dedo na ferida e mandou a real: são só seis banheiros pra duas mil pessoas! E eu lhe digo, só seis mesmo, imagina o sufoco e o aperreio da turma.

Agora, segura essa fofoca pesada: lá em dezembro de 2024 o mundo ficou sabendo do escândalo porque uma reportagem da gringa descobriu que a turma que cuidava dos chineses tavam tratando eles feito escravo mesmo. Imagine só, alojamento apertado, cama sem colchão, e uma jornada de trabalho que nem sarnento merece, às vezes até sete dias na semana! O negócio ficou tão feio que as autoridades chamaram isso de “degradante” e entraram em ação.

No fim do ano passado, uma força-tarefa do Ministério do Trabalho e de várias autoridades arrumaram coragem e tiraram 163 trabalhadores dessa situação terrível. E como se não bastasse, depois chegaram a contar 220 vítimas de exploração! Rapaz, foi uma das maiores operações de resgate de escravos no Brasil em 2024, viu? Coisa cabulosa demais!

E o babado não parou não, em 2025 o Ministério do Trabalho não brincou em serviço, autuou a BYD, dizendo que eles foram os beneficiados diretos desse trabalho escravo e ainda mandaram trazer quase 500 chineses pro Brasil de forma irregular, com uma pancada de multas e processos na cabeça. Aí, o Ministério Público entrou com uma ação pedindo a bagatela de R$ 257 milhões em indenizações, viu? Nem quero pensar no chororô.

Mas, calma que tem mais! Esse dezembro que passou, parece que a turma voltou a reclamar das mesmas coisas antigas e certas: esse povo da construção civil foi pra porta da fábrica fazer protesto e pedir melhores condições porque a situação tá difícil. Eles nem querem moleza, só querem que a BYD e as empreiteiras tratem eles direito, com pagamento digno, banheiros limpinhos, direito de respirar, tomar água geladinha e tudo o mais.

No protesto, os trabalhadores das terceiras Terra Construções, Falcão e outras mais, fizeram uma lista de 11 itens que precisam ser resolvidos já já – desde insalubridade até plano de saúde pra família. E não é pra menos, né? Imagina só, seis banheiros pra uma multidão de dois mil que rala todo dia, sem manutenção, sem limpeza… O Aroldo tá dizendo que tem trabalhador pegando doença porque os banheiros são uma zona, oxente!

E não para por aí não, eles também reclamam que não têm vestiário decente pra banho, o pó toma conta do canteiro, refeitório ficou pequeno demais e tem muita gente com salário atrasado ou recebendo menos do que devia. Um rapaz, o Marcus, contou que muitas vezes o almoço dura menos que o percurso até a área de alimentação, forçando a turma a comer correndo num canto que não tem nem cadeira parecida com conforto. Coitado, diz que são poucos ajudantes para uma multidão de peão e que fica com a coluna doendo porque o trampo mudou para ajudar pedreiro pesado. E dá-lhe água morna de bebedouro, ô coisa ruim pra tomar embaixo desse sol arretado!

Outro colega, o Ramon, completou que os banheiros químicos estão podres, bebedouro com água quente demais e o gasto que a empresa dá pra transporte não cobre nem a metade do que gastam pra ir e voltar todo dia. O salário ta baixo, ele sofre e acha que a empresa podia ajudar a galera mais. Pois é, meu povo, viver assim comendo poeira e gastando mais que ganha é dureza!

Volta e meia, a fiscalização apareceu e constatou alojamento superlotado, cama sem colchão e um banheiro pra mais de 30 operários, e olha que eles ainda tinham que acordar antes do sol nascer pra enfrentar fila, que situação chata! A grana do salário era retida, passaporte confiscado e saída do alojamento restrita. Ah, e depois do rescate, a promessa foi mandar esses trabalhadores pra hotéis e garantir que iam pra casa, mas o governo suspendeu a entrada de novos chineses temporários até ajeitar o barraco todo.

No meio dessa novela toda, a BYD disse que cancelou o contrato com a empreiteira criminosa e que não aceita nem pensa em trabalho escravo; até disseram que as acusações são confusão de tradução ou armação política. Negaram o rolê dos banheiros contados no protesto, afirmando que tem mais de duzentos espalhados pra atender a galera e que isso também é coisa de política e não com sindicato, essas manifestações não pararam a fábrica.

Por fim, tem esse vai e vem entre os movimentos que cobram melhorias e o sindicato oficial que chama a greve de “ilegal e política”, acusando os organizadores de usar isso pra tirar dinheiro e financiar campanha eleitoral. A Mainha aqui só fica se perguntando: depois de tanta confusão, será que essa fábrica que é apresentada como símbolo do futuro verde no Brasil vai mesmo deixar essa história suja pra trás? Ou será que vai continuar se lambuzando com problemas que parecem coisa do passado?

Enquanto isso, a fábrica segue firme em plena obra, recebendo grana dos governos, com processo na justiça e funcionários com coragem de levantar a voz. Mas bora ficar de olho, porque com tanta história assim, não dá pra deixar o povo sofrendo não, ésse é nosso recado!

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