Vereadora denuncia retenção de ônibus em Salvador como crime eleitoral
Aladilce denuncia retenção de ônibus em Salvador como crime eleitoral e cobra ação do governo municipal.

A retenção de ônibus em Salvador virou alvo de denúncia nesta segunda-feira, 25 de outubro, quando a vereadora Aladilce Souza classificou o episódio como crime eleitoral. Segundo ela, os veículos foram impedidos de circular nas ruas da cidade porque exibiam adesivos de um candidato, prejudicando o transporte público e o direito ao voto.
O que motivou a retenção de ônibus em Salvador?
De acordo com relatos, rodoviários teriam impedido que os ônibus rodassem com os adesivos eleitorais. A vereadora tentou resolver a situação entrando em contato com o secretário de Mobilidade, Pablo Souza, por volta das 9h30, mas até o meio-dia os ônibus continuavam retidos nas garagens, causando transtornos à população.
Qual foi a reação da vereadora e dos partidos políticos?
Aladilce Souza afirmou que a ação configura uma tentativa clara de interferência nas eleições, prejudicando o livre exercício do voto, especialmente para quem depende do transporte para se deslocar. A Federação Brasil da Esperança, que reúne PT, PCdoB e PV, levou o caso ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) para que medidas sejam tomadas.
Quem deve ser responsabilizado pela retenção de ônibus em Salvador?
Com o secretário de Mobilidade supostamente fora do país, Aladilce destacou que o prefeito Bruno Reis deve assumir a responsabilidade pelo caos gerado na cidade. A vereadora criticou a gestão municipal por permitir que ônibus não circulem por causa de adesivos, enquanto outros problemas nos veículos são ignorados.
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