Presidente, vice e diretores da torcida Bamor seguem presos em Salvador
Presidente, vice e diretores da torcida Bamor seguem presos após denúncia do MP na Bahia.

Dez membros da torcida organizada Bamor, incluindo presidente, vice-presidente e diretores, continuam presos preventivamente no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador. A prisão decorre de uma denúncia do Ministério Público da Bahia (MP), feita após a Operação Inquisição, que investiga crimes como organização criminosa, tortura, roubo, extorsão e ameaça dentro da torcida.
Quem está preso na torcida Bamor?
Entre os detidos estão nomes como Matheus Pires Castro (presidente), Luciano da Silva Venâncio (vice-presidente), além de diretores de sede, marketing, patrimônio, bateria e financeiro. Também figura na lista um policial militar apontado como integrante da torcida.
Quais são as acusações contra a torcida Bamor?
Segundo o MP, os crimes ocorreram em julho deste ano, quando os denunciados teriam usado a estrutura da torcida e a sede para submeter duas pessoas a violência física e psicológica. O objetivo seria forçar confissões sobre supostas irregularidades na gestão dos associados. A denúncia aponta que o grupo funcionava como uma organização criminosa estruturada, com divisão clara de funções e atuação coordenada.
O que o Ministério Público pede?
Além da manutenção das prisões preventivas, o MP solicita a condenação dos envolvidos pelos crimes atribuídos. Também foi pedido o pagamento de indenizações por danos materiais e morais às vítimas, e uma indenização coletiva de R$ 2 milhões por danos morais à sociedade.
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