Oxente, minha gente, senta que lá vem babado quente direto da Bahia! O Ministério Público do Trabalho da Bahia, o tal do MPT-BA, não tá de brincadeira não, viu? Eles fecharam um acordo milionário, arretado de R$ 40 milhões, pra resolver aquele bafafá envolvendo a construção da fábrica da montadora chinesa BYD, lá no Polo Industrial de Camaçari. E não foi só a BYD que meteu o bedelho, não, viu? Duas empreiteiras que tão no meio da obra também botaram a assinatura nesse negócio todo. Quer dizer, geral se ajeitou, mas o povo quer saber dos detalhes, né?
Pois é, minha gente, desses 40 milhões, metade – ou seja, R$ 20 milhões – vai direto pros bolsos dos trabalhadores que foram tirados dessa situação cabulosa. Cada um vai ganhar mais de 89 mil contos de reai, acredita? Já pensou? O outro tanto, os outros R$ 20 milhões, vai ficar guardadinho numa conta judicial, que depois a justiça vai dizer pra onde mandar – provavelmente pra ajudar instituições ou fundos que precisam de um empurrãozinho. É dinheiro bom, viu? E tudo certinho!
No começo da história, o MPT-BA queria um valor maior, beirando R$ 257 milhões, por dano moral pra turma toda. Mas, segundo eles, esse acordo aí já tá no ponto: garante que os trabalhadores tenham sua reparação e ainda dá um puxão de orelha pra impedir que essas coisas feias de novo venham a acontecer por aí. Ou seja, justiça feita, minha gente!
Agora pega essa rapaziada das empreiteiras Jinjiang e Tecmonta: elas têm que cumprir várias regras pra cuidar bem do trabalhador, onde quer que elas trabalhem. Se vacilar e descumprir, vai doer no bolso, não pense que vão sair barato, não! Multa de R$ 20 mil por trabalhador lesado, a cada irregularidade encontrada. Se vacilar, o negócio pega fogo, viu?
Pra você lembrar bem do que tá rolando, isso tudo saiu daquele resgate de dezembro de 2024, quando 220 operários chineses foram tirados das obras da fábrica. Diz que o ambiente era bicho, trabalho escravo mesmo: alojamento lotado, sem higiene, sem conforto, ainda vigiado por gente armada. Os passaportes? Retidos pra ninguém sair, que nem prisão, minha filha! E liberdade zero, imagina como é?
E não para aí não! Os contratos desses operários eram de amargar, com jornadas de matar, sem descanso durante a semana e cheio de cláusulas ilegais que nem no cangaço se via. Um deles até sofreu um acidente com serra por conta do cansaço brutal que levava. É pra chorar e se revoltar junto, viu?
As investigações mostraram que esses trabalhadores entraram no Brasil com visto pra fazer função especializada, mas foi só ilusão, porque no pé da obra, fizeram de tudo, menos aquilo que tinham permissão pra fazer. Viviam em cinco alojamentos, mantidos pela BYD e as empreiteiras Jinjiang e Tecmonta — a última que antes era conhecida como Tonghe Equipamentos Inteligentes — em condições que dá vergonha: sem colchão às vezes, com só um banheiro pra 31 pessoas… uma situação desumana, minha gente!
E o MPT ainda descobriu coisa pior: esses contratos quase que escravizavam a turma! Retinham até 70% do salário, queriam caução, obrigavam a pagar passagens aéreas. Se alguém quisesse sair antes de seis meses, tinha que devolver tudo que custou a viagem. Imagina só? Perdia tudo que tinha ganhado! Isso é trabalho forçado, viu?
Eita, coisa braba! O MPT-BA tá cobrando justiça e que essas medidas sirvam mesmo pra proteger o trabalhador de má fé e evitar que essa página triste se repita aqui em Camaçari. A nossa cidade merece coisa boa, trabalho digno e respeito pra todo mundo que bota a mão na massa, afinal, é o povo que manda, né não?
Tá aí, minha gente, o babado explicado tin-tin por tin-tin pela Mainha, aquele jeito que a gente gosta: com verdades, mas sem perder a marra da fofoca boa! Agora é torcer pra justiça continuar de olho e o povo ser tratado com a dignidade que merece. Quem diria que até entre gigante da China e empreiteira o nosso MPT tinha que botar a rédea curta, né? É, minha gente, o mundo é uma confusão, mas a Mainha tá aqui pra contar tudo pra vocês!





