Terceirizados do HGC denunciam atraso salarial e ameaças durante paralisação
Terceirizados do HGC em Camaçari enfrentam atraso salarial e ameaças durante paralisação.

Funcionários terceirizados da empresa Ellus, que atuam no Hospital Geral de Camaçari (HGC), denunciam atraso no pagamento dos salários e ameaças durante a paralisação das atividades. A situação, segundo relatos, tem prejudicado o trabalho e até o atendimento aos pacientes na unidade.
Como o atraso salarial afeta o HGC?
De acordo com um trabalhador do setor de manutenção, que preferiu não se identificar por medo de retaliações, a paralisação foi motivada pelo atraso nos pagamentos. Ele afirma que a empresa atribui o problema à falta de repasse de recursos pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Além disso, há relatos preocupantes de pacientes precisando fazer necessidades fisiológicas em sacos devido às dificuldades enfrentadas no hospital.
Quais são as ameaças relatadas pelos funcionários?
Os terceirizados também relatam que durante a paralisação vêm sofrendo ameaças por parte da direção e da coordenação do setor. A falta de informações sobre a regularização dos salários aumenta a preocupação dos trabalhadores, que seguem sem previsão para o pagamento.
O que muda para os moradores de Camaçari?
Essa situação no HGC impacta diretamente a população de Camaçari, que depende dos serviços do hospital. A paralisação dos terceirizados e as condições precárias podem comprometer o atendimento e a assistência aos pacientes até que o problema seja resolvido.
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