BYD inicia produção em Camaçari: revolução na fabricação de veículos em abril!

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Olha só, minha filha, a fábrica da BYD em Camaçari tá se mexendo de verdade, viu? Entre abril e maio, o bicho vai pegar, porque a turma vai começar a fazer estamparia, solda e pintura dos carrões por aqui, na nossa terrinha. Você pensa que é só montar? Que nada! Agora a fábrica vai passar a produzir de verdade, com os processos mais pesados do mundo automotivo, marcando um passo importante pra virar uma verdadeira fabricante de carro, não apenas uma montagem de peças importadas. É o sonho nacional, minha filha, e quem ganha com isso somos nós, com mais emprego e cara de orgulho pra nossa Bahia.

E olha, os equipamentos pra esses três processos já estão lá, toda modernidade embrulhada, esperando só o sinal verde pra pipocar na produção. E, claro, enquanto isso, a fábrica continua com os três modelos que já estão rodando por aqui — o Dolphi, que já virou freguês, né? — mas o susto é que tudo vai ficar mais agitado: em abril, minha querida, a produção vai dobrar com dois turnos de trabalho. E, segundo o mandato, até o fim de 2026 a fábrica vai abrir mais um turno, com o objetivo de subir de 4 a 5 mil carros por mês pra incríveis 20 mil, com o dobro de funcionário que hoje é só 370, mas prometem que até lá essas mãos vão trabalhar para encher de trabalho de 2 mil pra 5 mil gente.

A novidade que deixou todo mundo de queixo caiu foi a produção do quarto modelo em Camaçari, um híbrido plug-in que eles chamam de Song Plus. E não é qualquer carro, não, minha filha! Além de ser híbrido, vai aceitar etanol — coisa que aqui na Bahia a gente gosta, né? — quem contou foi quem entende do babado, que a equipe da BYD em parceria com os engenheiros brasileiros e chineses botou a mão na massa pra desenvolver essa tecnologia. O primeiro que vai aderir ao etanol no motor é o Song Pro híbrido que funciona com motor a gasolina, elétrico e que pode ser carregado na tomada. É uma inovação, minha filha, que promete agitar o mercado e deixar aquele cabra famoso de boca fechada.

E pensa que a coisa para por aí? Que nada! Porque a fábrica precisa acelerar, minha linda, pra aproveitar as oportunidades de exportação e também de vender com desconto aqui no Brasil, especialmente pros frotistas, taxistas e pessoas com deficiência — já está rolando negociação com locadoras de veículo. E aí tem o aperto: o prazo do governo federal para importar esses carros mais ou menos montados sem pagar imposto acaba no final de janeiro, e depois de fevereiro, vai subir pra nada mais, nada menos, que 35% de tarifa. Ou seja, minha fia, quem quer comprar vêm por aqui, melhor ficar ligada nas novidades!

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