Ambulantes de Camaçari enfrentam prefeitura: luta pela sobrevivência e direitos!

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Olha só, minha filha, quem pensou que na festa do padroeiro de Camaçari o povo ambulante ia ficar de boa, se enganou feio, viu? Parece que a prefeitura achou que os barraqueiros tinham que trabalhar de chinelo e de orelha caída, porque uma permissão com tanta limitação, só mesmo rindo pra não chorar. Segundo os próprios ambulantes, a autorização veio com um monte de restrição, e olha, que a coisa já começou mal antes mesmo da festa de verdade. É um tal de “não pode aqui”, “não pode ali”, que dá vontade de perguntar: "O que é que a prefeitura quer? Que vendam na calçada do quintal?"

E, minha rainha, não foi só o chapéu de festa que veio mais apertado não; as condições de trabalho também parecem uma novela mexicana. Cada barraca, por exemplo, não pode passar de um metro de largura! Mais? Ainda teve que desembolsar R$ 30 de taxa só pra colocar um toldo e uma tábua de um metro pra expor as mercadorias. É de dar risada ou de chorar, porque a situação não tá fácil, não. É muita restrição pra pouco, viu? Parece que querem controlar até a respiração do povo, que só quer ganhar o seu dinheirinho dignamente.

O palco dessa confusão fica na Praça Desembargador Montenegro, lá na região do Centro de Camaçari, em frente a uma loja de móveis e eletrodomésticos. E os vendedores ambulantes já tão se preparando pra vender no show de hoje à noite, mas, juro, pelo jeito, mais parecem que tão indo pra uma missão impossível, com esse monte de regra e exigência que os olhos até incham de preocupação. Meu coração aperta só de imaginar os prejuízos que podem vir aí, porque trabalhar com esses limites todos é como puxar sardinha com a mão de um peixe.

Rapaz, o que se percebe mesmo é que a galera que vive de vender suas coisinhas na rua tá na corda bamba, querendo fazer o seu trabalho, mas se aparecendo com esses entraves, o prejuízo é garantido. Vamos ficar na torcida pra tudo se ajeitar, porque ninguém merece ficar à mercê dessas “limitações” que parecem mais uma cilada do que uma ajuda, né não?

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