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Investigação de morte de jovem em Camaçari: detalhes da delegada da Deam

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Tragédia em Camaçari: Elizangela é sepultada após feminicídio

Elizangela Cruz Santos, de apenas 29 anos, foi sepultada em sua cidade natal, Jiquiriçá, na manhã desta terça-feira (24). A jovem foi vítima de um terrível caso de feminicídio, que chocou a comunidade e gerou mobilização das autoridades.

Um Crime Horrendo

A história por trás da morte de Elizangela começou na madrugada de segunda-feira (23). Ela foi encontrada sem vida na casa que dividia com seu companheiro, que agora está preso como principal suspeito. O caso, inicialmente registrado como morte a esclarecer, ganhou contornos de violência ao serem encontrados hematomas e lesões no corpo da vítima.

De acordo com a delegada Tereza, a relação entre Elizangela e seu agressor já apresentava um histórico de violência:

  • O casal convivia há 11 anos.
  • Incidentes anteriores incluíram fraturas graves.
  • O suspeito alega que as lesões foram causadas por situações envolvendo o pai dela, o que se mostrou uma tentativa de manipulação.

O Desfecho e a Investigação

No dia de sua morte, o filho do casal percebeu algo errado ao notar que a mãe estava espumando. O agressor, segundo sua versão, disse que ela já estava morta quando acordou.

Exames periciais revelaram que Elizangela morreu devido a hemorragia interna aguda causada por uma laceração no baço. As lesões no corpo indicavam episódios de agressões anteriores e constantes. A delegada Tereza definiu o laudo como “incotestável”, provando que Elizangela vivia em um ciclo de violência.

Diante das evidências, a Polícia Civil autuou o suspeito em flagrante por feminicídio. O processo legal avança, e a prisão preventiva foi decretada na audiência de custódia, realizada na quarta-feira (25).

Uma Despedida Comovente

Em meio à dor e à tristeza, amigos e familiares se reuniram para se despedir de Elizangela no sepultamento, marcado por forte emoção e reflexão sobre os casos de violência contra a mulher.

Infelizmente, histórias como a de Elizangela não são raras. É preciso falar sobre isso e buscar soluções!

O que você acha que pode ser feito para combater a violência contra a mulher em nossa sociedade? Deixe sua opinião nos comentários.

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