Adolescente atropela jardineiros em Camaçari, presta depoimento e é liberado!

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Olha só, minha flor, quem diria, hein? Um adolescente de 17 anos, do nada, resolveu fazer a sua própria “aventura” com o carro escondido, e acabou atropelando dois jardineiros em Camaçari, lá na região metropolitana de Salvador. E que surpresa, a polícia deu de largar o moleque, que foi lá, prestou depoimento rapidinho, e foi embora com a liberação, como quem não quer nada. Enquanto isso, os dois trabalhadores estão lá no hospital, precisando de cuidados, um na UTI e o outro na enfermaria, na batalha pra se recuperar dessa história triste. E os pais do jóvem? Ah, uma coisa de deixar o povo de cabresto: empresarios, dizem as más línguas, daqueles que parecem que têm tudo na mão, mas na hora do aperto, quem segura a bronca é o povo do burburinho.

Ficou todo mundo de boca fechada na sede da firma, tentei dar uma passadinha lá, mas nada de aparecer ninguém. Aí, telefone na mão, só ouvir o eco de um “infortúnio”, da boca do José Benedito Assunção, que parece que nem se incomodou em falar mais alguma coisa. Ou será que do outro lado da linha, deu aquela vergonha de assumir? Quem sabe, né? O povo tá dizendo que os custos com a recuperação dos dois jardineiros vão recair inteirinho sobre os ombros dos pais do jovem. Imaginem só o bolso da dona Maria e do cavalheiro, que na hora do happy hour, tinham uma vida tranquila, e agora vão ter que desembolsar alto pra relembrar que o filhote aprontou.

E se ficar tentando entender se o rapaz pegou escondido ou se os pais deram o aval pra ele pegar o carro, meu bem, aí é que a história fica boa. A polícia vai decidir se vai indiciar o jovem por esse “ato infracional” — que na verdade, é como uma choradeira de quem saiu da linha. E pelo que dizem, ele responde por lesão corporal culposa e direção sem habilitação, que é aquele famoso “puxadinho de responsabilidade”, sabe como é? No final, o moleque pode passar por alguma medida do Estatuto da Criança e do Adolescente, com possibilidades de ficar de recuperação, semiliberdade ou, no extremo, uma internação acolá na lar. Mas, por enquanto, ele tá aí, na rua, de soslaio, enquanto os jardineiros continuam batalhando por sua saúde. Essa história, minha fia, só nos lembra que a vida dá suas voltas, e que juízo, às vezes, é coisa que a gente só aprende na dura.

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