Ô minha gente, senta que lá vem babado quente direto de Camaçari, pertinho de Salvador! O Ministério Público do Trabalho da Bahia resolveu botar moral e fechou um baita acordo de R$ 40 milhões com a montadora chinesa tal Build Your Dreams, a tal BYD, e as duas empreiteiras que estavam construindo a fábrica por lá. A treta? Trabalho análogo à escravidão e tráfico de pessoas, viu? Nada de brincadeira não, é caso sério!
Eita! Essa notícia estourou nesta sexta-feira (26) e tá quente ainda. Tudo começou lá em dezembro de 2024, quando uma fiscalização resgatou nada menos que 224 trabalhadores chineses presos nessa obra da BYD, num complexo industrial que tá saindo do chão em Camaçari. Imagine só o sufoco dessas pessoas!
Lembrando que essa história já tava no forno desde maio deste ano, quando o MPT entrou com a ação civil pública. Inicialmente, eles queriam uma indenização na bagatela de R$ 257 milhões, mas depois de muito papo e negociação, esse valor deu aquela murchada pra R$ 40 milhões, incluindo as empreiteiras Jinjiang e Tecmonta, que eram as verdadeiras chefes dos trabalhadores.
E pra não deixar passar em branco, metade desse montante, R$ 20 milhões, vai direto no bolso dos trabalhadores resgatados, fazendo uma média de mais de R$ 89 mil por cabeça. O resto, outros R$ 20 milhões, vai ficar guardadinho numa conta judicial e depois o Ministério Público vai decidir pra onde esses recursos vão ajudar, em ações coletivas e tal.
Mas não pense que acabou, viu moçada? As empreiteiras não só vão ter que pagar essa grana como também prometeram cumprir um monte de regras para proteger os direitos trabalhistas daqui pra frente, um verdadeiro manual do que pode e do que não pode fazer. E essas regras valem em todos os cantos onde essas empresas tocam o serviço.
Agora, a BYD entrou como avalista nessa história, tipo a madrinha do acordo, reservando a responsabilidade de pagar só se as empreiteiras derem mole e não cumprirem o combinado. E olha só, se essas empresas fizerem besteira de novo, cada trabalhador prejudicado pode gerar uma multa de R$ 20 mil a cada problema constatado. Ô dó!
Tudo isso tá agora nas mãos da Justiça do Trabalho, que vai dar a bênção final homologando esse acordo. Pra dar uma ideia do drama: durante a investigação, foi constatado que os trabalhadores viviam num sufoco danado, tipo alojamento péssimo, todo sujo, sem conforto nenhum, e ainda tinham que ficar vigiados por seguranças armados, que nem prisioneiro gente boa. Passaporte retido, contratos malucos com jornadas de trabalho embaçadas, sem descanso pra ninguém. Triste demais!
E pra piorar, o povo do MPT descobriu que esses trabalhadores até entraram no Brasil meio na clandestinidade, com vistos que nem combinavam com o serviço que eles realmente faziam na obra. Nada a ver! E pra fechar com chave de ouro, um deles confessou ter sofrido um acidente de trabalho por causa do cansaço, já que folga que é bom, nem sombra.
Na época do resgate, a BYD foi rápida e mandou avisar que a empreiteira Jinjiang pisou na bola feio, por isso encerraram o contrato com ela. Eles ainda garantiram que não aceitam descaso com a lei brasileira nem com a dignidade das pessoas. E pra melhorar a situação dos trabalhadores, transferiram parte deles pra hotéis da região, um alívio, né?
Vixe, Bahia, esse caso tá cheio de lição e promessa de mudanças. Vamos ficar de olho pra ver se essas benesses vão realmente descer redondinho pra quem sofreu. Até a próxima que eu trago mais novidades desse nosso Brasil que a gente ama e não sossega!





