Oxente, minha gente! Ó que notícia cabulosa que chegou aqui pra nóis contar, viu? Essa semana mesmo, ali em Camaçari, cidade pertinho de Salvador, uma jovem mãe de vinte anos, chamada Flavyane de Almeida Silva, foi sequestrada logo cedo, numa manhã de segunda-feira, dia 8 de dezembro. E o babado não parou aí não, que a moça apareceu morta só algumas horinhas depois. E pra piorar, a criança dela, que ainda nem fez um aninho, foi deixada sozinha na porta da casa, coitadinha! Que situação triste, viu?
Pois então, a Polícia Civil de Camaçari não xaveca, já tá na pista do crime e trata tudo como sequestro seguido de morte. Já tem uma linha de investigação formada e os cabras tão colhendo os depoimento da família toda pra dar um jeito nessa parada. Disseram até que os detalhes tavam dando uma impressão danada pros investigadores, gosto mesmo de mistério arretado!
Agora escuta aqui: a jovem tava passeando com a bebê pela rua Sucupió, naquele distrito de Vila de Abrantes, por volta das onze da manhã, quando um veículo parou, e uns cabra mal intencionado botou a moça no carro na base da força. Já a filha, coitadinha, abandonaram ela na frente da casa, sozinha, olha que cruel! Vizinhança percebeu a situação e correu pra avisar os parentes que moram pertinho, salvando a criança da solidão e da tristeza.
Depois que pegaram a menininha sozinha no portão, a família ficou doida procurando pela Flavyane. Aí, eles resolveram ir direto pra 26ª Delegacia Territorial fazer o BO, registrar que a jovem tava desaparecida, sem perder tempo.
E olha só que coisa sinistra! Enquanto a família tava nessa busca doida, a polícia recebeu um aviso lá pelas uma da tarde que acharam o corpo de uma moça numa área de mata em Catu de Abrantes, que também fica em Camaçari. Só que o lugar era difícil de chegar, aí os policiais e peritos foram pra lá pra fazer o serviço direitinho. Os horários cobrindo tudo só fizeram aumentar a desconfiança: será que o corpo era da tal Flavyane?
Mais tarde, no Instituto Médico Legal de Camaçari, o companheiro da moça foi chamado e reconheceu o corpo dela. O peito da gente até aperta ao ouvir uma dessas, né não? Tristeza grande pra família.
Falando no marido dela, o eletricista que trabalha num resort ali na região de Busca Vida contou que tava no trampo quando ligaram avisando que a filha deles tava sozinha no portão e a mulher tinha sumido. Apressado, ele saiu do serviço, pegou os documentos da família, a criança, e foi depor na delegacia, registrando o sequestro. Aí, a polícia contou sobre o corpo e levaram ele pra identificar a moça. Que dor!
Disse também o marido que o celular da Flavyane ficou trancado em casa, com senha, daquela forma que a gente sabe como é complicado saber se ela tinha recebido alguma mensagem ou ligação antes disso tudo acontecer. Contou que eles viviam juntos há três anos, que ela cuidava da casa e da filha e não trabalhava fora; vida simples e dedicada à família, sabe?
Agora a 4ª Delegacia de Homicídios de Camaçari tá cuidando desse caso com toda a seriedade, viu? O delegado Antônio Sena tá ouvindo o depoimento do eletricista, do avô da moça e outros familiares, tentando entender a vida da Flavyane, a rotina dela, o que rolava ao redor, pra achar o vermelho no meio desse emaranhado. Querem saber se ela andava com ameaça, se tinha inimigo, alguma coisa diferente que explique essa tragédia.
O companheiro falou que a Flavyane era uma dona de casa, gente boa e tranquila, sem encrenca com a justiça. A polícia tá vasculhando tudo: o convívio, os amigos, e qualquer pista que possa levar aos responsáveis por essa violência que abalou Camaçari.
E assim fica o aviso daqui: a gente fica na torcida que essa história triste se desvende logo e justiça seja feita para Flavyane e para sua família. Que a paz volte pra esse povo sofrido. É isso, minha gente, Mainha vai ficar de olho em tudo e trazendo a verdade pra vocês, com aquela pitada de baianidade que a gente gosta!





